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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Brasil tem menor taxa de juros da história

Em decisão histórica, taxa de juros cai a 8,5% ao ano
O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) anunciou nesta quarta-feira a redução de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic. Com a decisão, a taxa caiu de 9% para 8,5% ao ano - a menor em toda a história.

Além de atingir o piso histórico da taxa, a divulgação de hoje é a primeira em que foi detalhado como votou cada um dos sete membros do comitê, decisão baseada na Lei de Acesso à Informação, que entrou em vigor no último dia 16. A decisão foi por unanimidade.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

De um lado, Lula, Dilma, e PF fazendo 'faxina' no Brasil... do outro, Cachoeira, PSDB, Demóstenes, Perillo, Gilmar, Veja, Globo



O PSDB inteiro resolveu enfiar o pescoço na guilhotina de uma vez por todas, ao carimbar na testa o selo de partido do bicheiro Cachoeira, anti-Lula.

Quem será o "gênio" que teve essa ideia de jumento?

Será o deputado Antônio Carlos Leréia (PSDB-GO) enquadrando o resto do PSDB a seguirem a liderança do bicheiro Cachoeira?

Será Marconi Perillo (PSDB-GO) dizendo que se cair, leva outros tucanos juntos?

Será Aécio Neves (PSDB-MG) às voltas com aparelhamento do estado de Minas por Cachoeira?

Será José Serra (PSDB-SP) e Paulo Preto, dizendo que não se larga um líder ferido na estrada?

Pois o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e o deputado Francischini (PSDB-PR), aquele que é 'tchutchuca' com os tucanos do Cachoeira,  agora aparecem enquadrados na defesa de Cachoeira-Desmóstenes-Marconi-Veja-Gilmar e querem voltar sua artilharia contra Lula.

Ridículos, falam em varrer para debaixo do tapete Cachoeira e suas relações com Demóstenes, Leréia, Marconi Perillo, Paulo Preto, Siqueira Campos, Beto Richa, a parceria Veja-Cachoeira, o caso CELG-Gilmar, a viagem a Berlim, os R$ 8,25 milhões da JC Gontijo, e "convocar" logo o presidente Lula, atacado por esta turma porque apoiou uma CPI para desbaratar esse esquema que era tão nefasto que há até telefonemas entre Demóstenes e Cachoeira falando sobre derrubada da Presidenta Dilma, através de matérias de Policarpo Júnior na revista Veja.

Fala sério, tucanada. Tenham um pouco de vergonha na cara para fazer uma faxina em sua própria casa, pelo menos no que já está fedendo de tão podre.

Alguém duvida que, se não tivessem foro privilegiado, Demóstenes e Perillo já estariam no presídio da Papuda? Junto com Cachoeira e com o tucano Wladimir Garcez, ex-vereador de Goiânia?

O PSDB perdeu o pudor de exibir-se do lado de Cachoeira. Não é só a casa de Perillo que caiu com Cachoeira. É o partido inteiro.

Como é bom ver que Lula, Dilma, a Polícia Federal, os bons procuradores do Ministério Público, os bons parlamentares estão de um lado, oposto ao do outro lado do bicheiro Carlinhos Carlinhos em parceria com o PSDB, com seus Marconi Perillo, Alvaro Dias, Franscischini, José Serra, Paulo Preto, Aécio Neves, etc.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A primeira investigação sobre a imprensa na história do Brasil


CPI do Cachoeira, CPI da empreiteira Delta, CPI do Agnelo… A mídia passou dias e dias construindo versões sobre o foco que terá a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que ela mesma disse que não sairia porque, pasme-se, “o governo” teria “medo” da investigação.
As ameaças dos meios de comunicação de inverterem o foco da CPMI e de jogá-lo contra os partidos da base aliada e contra o governo Dilma de fato surtiram algum efeito. Parlamentares de todos os partidos se preocuparam. Mas a preocupação decorreu da campanha midiática. Ponto.
Todavia, essa investigação tem tanta chance de se voltar para a relação da Veja com o esquema Cachoeira quanto contra qualquer outro alvo.
Jornalistas de alguns grandes meios de comunicação, sobretudo os da Folha de São Paulo, começaram a tocar no assunto como este blog previu que fariam. Ao tratarem das relações da Veja com Cachoeira, dizem o óbvio: criminosos podem, sim, ser fontes da imprensa.
Alguns desses jornalistas reconhecem que tiveram contato com Cachoeira e explicam que foram contatos fortuitos, o que os torna explicáveis. Agora, no caso da Veja, não. São CENTENAS de ligações e sabe-se lá quantos encontros presenciais.
Quando um jornalista fala com uma fonte criminosa uma vez, cinco vezes, dez vezes, é uma coisa. Quando fala CENTENAS de vezes, é casamento.
Eis, aí, o potencial da CPMI que transpareceu da clara resposta que, ao aprová-la maciçamente, o Congresso deu a uma imprensa que dizia que o Poder Legislativo abafaria o caso. E esse potencial é o de, pela primeira vez na história, a imprensa sentar-se no banco dos réus.
Uma fonte muitíssimo bem informada me diz que anda por volta de mais de duas centenas de parlamentares o contingente deles que tem a imprensa atravessada na garganta. E claro que dirão que isso ocorre porque são todos corruptos que temem o trabalho da imprensa livre, blábláblá.
O fato, porém, é o de que as gravações da Operação Monte Carlo revelam que ao menos no caso da Veja não se trataram de relações fortuitas com uma fonte, mas de um crime continuado.
Não há mera relação entre imprensa e uma fonte que possa assim ser caracterizada diante da descoberta de que aquele veículo falava várias vezes por semana, durante anos, com um criminoso, e de que a quadrilha desse criminoso deu TODAS as matérias que o veículo publicou contra o PT.
A Veja argumenta, literalmente, que a relação que mantinha com Cachoeira era a mesma que os criminosos mantêm com a Justiça quando optam pela “delação premiada”. Ora, então a pergunta é uma só: se a delação é premiada, que prêmio a revista ofereceu a Cachoeira em troca de suas denúncias contra o PT?
Parlamentares petistas, peemedebistas, comunistas, pedetistas e de quantos partidos se possa imaginar não assinaram essa CPI à toa. Há um clima no Congresso para que venham à tona os métodos que setores da imprensa brasileira usam.
Isso porque todos têm muito claro que uma imprensa que se alia a determinado grupo político e usa seu poder e até concessões e dinheiro público para fazer luta política, é uma imprensa que não serve a ninguém além de seus proprietários e aos políticos amigos deles.
A CPMI aprovada pela esmagadora maioria do Congresso terá um viés inédito na história da República. Será a primeira vez que o país irá esmiuçar o comportamento do dito “quarto Poder”. E já fará isso tarde. Depois dessa investigação, o Brasil nunca mais será o mesmo.

Fonte: Blog da Cidadania

quarta-feira, 14 de março de 2012

Brasil é o maior criador de empregos na América Latina, diz pesquisa



A expectativa mundial sobre a evolução dos empregos no segundo trimestre deste ano destaca a Índia com 44% da criação de postos de trabalho, seguida por Brasil (39%) e Taiwan (31%), informou nesta terça-feira um representante da firma internacional Manpower.

O gerente para a América Central da companhia de recrutamento de pessoal, o costa-riquenho Eric Quesada, apresentou em entrevista coletiva os resultados da enquete aplicada trimestralmente para determinar o potencial de criação de empregos em várias regiões do planeta.

A consulta, que ouviu 65 mil empresários em 41 países e territórios ao redor do mundo, se aplica a dez países do continente americano, liderados nesta ocasião pelo Brasil, seguido por Peru (27%), Colômbia (18%), Costa Rica (17%), Panamá (16%), México e Guatemala (15% cada um), Argentina (14%), Canadá (13%) e Estados Unidos (10%).

No trimestre anterior, o Brasil também esteve na liderança, com 33% da expectativa de criação de empregos, à frente de Panamá (24%), Colômbia (17%), Costa Rica e Peru (cada um 16%), Argentina, Canadá e México (cada um 14%), Guatemala (11%) e EUA (9%).

"Regionalmente, os empregadores dos dez países pesquisados no continente americano reportaram tendências positivas. Só os do Panamá reportaram uma notável queda na tendência ao compará-la com o trimestre anterior", aponta o relatório.

Quanto às profissões com mais demanda, Quesada especificou que giram "em torno das ciências exatas", com mais oportunidades e salários para trabalhadores que sejam ao menos bilíngues, com renda 30% maior, em média.

O funcionário da Manpower advertiu, no entanto, que na América Latina "não necessariamente estamos criando todas as oportunidades, nem estão sendo formadas as pessoas necessárias para novas contratações".

Quesada indicou que na região a formação em ciências sociais capta 50% dos estudantes, mas a metade da demanda está nas profissões de ciências exatas, como engenharia, informática e contabilidade.

"Em nível mundial, os empregadores de Índia, Brasil, Taiwan, Peru e Turquia reportam os planos de contratação mais otimistas, e os mais débeis estão na Grécia, Espanha e República Tcheca, nos quais uma grande percentagem de empregadores planeja reduzir seus plantéis", finalizou. (Agência EFE)