Mostrando postagens com marcador PSDB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PSDB. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de maio de 2012

De um lado, Lula, Dilma, e PF fazendo 'faxina' no Brasil... do outro, Cachoeira, PSDB, Demóstenes, Perillo, Gilmar, Veja, Globo



O PSDB inteiro resolveu enfiar o pescoço na guilhotina de uma vez por todas, ao carimbar na testa o selo de partido do bicheiro Cachoeira, anti-Lula.

Quem será o "gênio" que teve essa ideia de jumento?

Será o deputado Antônio Carlos Leréia (PSDB-GO) enquadrando o resto do PSDB a seguirem a liderança do bicheiro Cachoeira?

Será Marconi Perillo (PSDB-GO) dizendo que se cair, leva outros tucanos juntos?

Será Aécio Neves (PSDB-MG) às voltas com aparelhamento do estado de Minas por Cachoeira?

Será José Serra (PSDB-SP) e Paulo Preto, dizendo que não se larga um líder ferido na estrada?

Pois o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e o deputado Francischini (PSDB-PR), aquele que é 'tchutchuca' com os tucanos do Cachoeira,  agora aparecem enquadrados na defesa de Cachoeira-Desmóstenes-Marconi-Veja-Gilmar e querem voltar sua artilharia contra Lula.

Ridículos, falam em varrer para debaixo do tapete Cachoeira e suas relações com Demóstenes, Leréia, Marconi Perillo, Paulo Preto, Siqueira Campos, Beto Richa, a parceria Veja-Cachoeira, o caso CELG-Gilmar, a viagem a Berlim, os R$ 8,25 milhões da JC Gontijo, e "convocar" logo o presidente Lula, atacado por esta turma porque apoiou uma CPI para desbaratar esse esquema que era tão nefasto que há até telefonemas entre Demóstenes e Cachoeira falando sobre derrubada da Presidenta Dilma, através de matérias de Policarpo Júnior na revista Veja.

Fala sério, tucanada. Tenham um pouco de vergonha na cara para fazer uma faxina em sua própria casa, pelo menos no que já está fedendo de tão podre.

Alguém duvida que, se não tivessem foro privilegiado, Demóstenes e Perillo já estariam no presídio da Papuda? Junto com Cachoeira e com o tucano Wladimir Garcez, ex-vereador de Goiânia?

O PSDB perdeu o pudor de exibir-se do lado de Cachoeira. Não é só a casa de Perillo que caiu com Cachoeira. É o partido inteiro.

Como é bom ver que Lula, Dilma, a Polícia Federal, os bons procuradores do Ministério Público, os bons parlamentares estão de um lado, oposto ao do outro lado do bicheiro Carlinhos Carlinhos em parceria com o PSDB, com seus Marconi Perillo, Alvaro Dias, Franscischini, José Serra, Paulo Preto, Aécio Neves, etc.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

PT x PSDB (LULA x FHC): Quem é quem na apuração de resultados?




Depois de um debate acalorado no Facebook com o "fake" Ladislau C. Javinsky (que deve ser o Farinha) e ter que aturar mais dois cidadãos de carne e osso - Rodrigo Stultz e o Dr. Elvio Leonardi, afirmando que o Lula só "surfou" nas conquistas perpetradas pelo FHC e na maré montante da economia mundial, tive que levantar alguns dados para contrapor essa tese que, sinceramente, nunca me convenceu.

Se for para falar de crises, temos que levar em conta o Tsunami de 2008 - que aqui no Brasil foi uma marolinha por conta das ações tomadas pelo governo Lula, e obviamente teremos que ainda que apurar como foi a "herança maldita" legada pelo governo do PSDB ao governo PeTista em 2003.

Uma herança tão indesejável, diga-se de passagem, que nem mesmo o candidato Serra logrou defender.

Mas para evitar dúvidas sobre isso, nada como apresentar dados concretos e indiscutíveis sobre as diferenças de política econômica e ações administrativas implementadas pelos dois governos e os resultados obtidos... Aí vai a "tabelinha" extraída do estudo “Economia Brasileira em Perspectiva” – 14ª Edição Especial - de fevereiro de 2002, produzido pelo Ministério da Fazenda, portanto, números oficiais.

Veja e analise a "tabelinha comparativa" abaixo, as conclusões são por sua conta:

PIB


2002 – US$ 500 bilhões

2012 – US$ 2,6 trilhões, o que faz do Brasil a SEXTA economia do Mundo

PIB per capita

2002 – US$ 2,8 mi

2012 – US$ 13,3 mi

Obs: em ambos os casos o PIB Brasil se multiplicou por cinco.

Produção de automóveis

2002 – 1,8 milhão de unidades

20111- 3,4 milhões de unidades

Obs: O que faz do Brasil o sexto maior produtor mundial

Safra de grãos

2002 – 96,8 milhões de toneladas

2011 – 163 milhões

Obs: Campeão mundial na produção de cana e vice campeão mundial na produção de soja

Taxa de investimento sobre o PIB

2002 – 16, 4%

2012 – 20,8%

Investimento Estrangeiro Direto

2002 – US$ 16,5 milhões

2011 – US$ 66,6 bilhões

Obs: 4º Lugar no mundo em ingressos de IED

Inflação – IPCA

2002 – 12,5%

2012 – 4,7%

Desemprego

2002 – 12,9%

2011 – 4,7

OBS: Entre 2002 e 2011 o governo Lula criou 18 milhões de postos de trabalho

Formalização do trabalho

2002 – 45,5%

2011 – 53,2%

Salário Mínimo nominal

2002 – R$ 200

2012 – R$ 622

Obs: Ganho real: 66%

Coeficiente de Gini, que mede a desigualdade de renda (quanto mais perto de 1, pior)

2002 – 0,589

2011 – 0,541

Obs: Queda de 8,9%

Taxa de pobreza (Classe “E” no total da população)

2002 – 26,7%

2012 – 12,8%

Classe C sobre total da população

2002 – 37%

2012 – 50%

Número de matrículas no ensino profissional

2002 – 565 mil

2012 – 924 mil

Percentual da força de trabalho com 11 anos ou mais de estudo

2002 – 44,7%

2012 – 60,5%

Bolsas de Mestrado e Doutorado no Capes e CNPq

2002 – 35 mil

2010 – 74 mil

Em fase de implementaçãoaté o início de 2013 – 105 mil

Títulos em doutorado

2002 – 6.894

2012 – 13.304

Dívida externa

2002 – US$ 165 bilhões

2011 – US$ – 79,1 bilhões

Reservas Internacionais

2oo2 – US$ 36 bilhões

2012 – US$ 353 bilhões

Exportações

2002 – US$ 60 bilhões

2011 – US$ 256 bilhões

Juros – taxa Selic

2002 – 25% aa

2012 (31 janeiro) – 10,50% (Março) - 9,75% / provavelmente 8% até o final do ano.

Taxa que o Brasil paga em título vendido no exterior

2002 – 12,6% aa

Janeiro de  2012 – 3,5% aa

Dívida do setor público sobre o PIB

2002 – 60,4%

2012 – 36,9%

% da dívida indexada à taxa de cambio

2002 – 45,83%

dez 2011 – 21,89

Despesas de pessoal

2002 – 4,8% do PIB

2012 – 4,4% do PIB

Obs: esse último dado é para calar a boca de qualquer PSDbista que venha com o papo de choque de gestão...


Será que agora eles entenderam Dilma?!Será que agora eles entenderam Dilma?!

Então é isso! Viva o PT!!!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Privataria da TV Cultura. O desmanche de um patrimônio público bem ao estilo do PSDB.



Dossiê: O desmonte da Fundação Padre Anchieta e da TV Cultura
BLOG DO ROVAI - Via Ronaldo livreiro



Na terça-feira passada (3/4) aproximadamente 150 pessoas estiveram Sindicato dos Engenheiros para participar de um ato contra a privataria na TV Cultura, que tem como símbolo maior a doação de um espaço público para um grupo de mídia privado, no caso o jornal Folha de S. Paulo.

Entre outros, estiveram no evento o economista Luis Gonzaga Belluzzo, do Conselho Curador da TV, o jornalista Luis Nassif, que trabalhou por um bom tempo na Cultura, e o ex-professor da USP, Lalo Leal Filho, também ex-funcionário da emissora.

Os deputados estaduais Simão Pedro (PT), Carlos Gianazzi (PSoL) e Leci Brandão (PCdoB) também compareceram. Na ocasião, Beluzzo solicitou que os deputados convocassem uma audiência pública para discutir o desmonte nas rádio e TV Cultura e este blogueiro somou a essa sugestão a de que os deputados já entrassem com um pedido de CPI, porque há muitas suspeitas de que a Fundação esteja sendo utilizada para fins privados. Ali no calor da hora, os três deputados presentes afirmaram que assinariam o pedido de CPI. Que assim seja. Porque há indícios de que há muito a ser investigado em relação que está sendo realizado na Fundação Padre Anchieta pelas últimas gestões tucanas.

João Brant, do Intervozes, me enviou um dossiê que construiu colaborativamente com ex-funcionários, ex-colaboradores e pessoas que estão atentas ao que está ocorrendo por lá. Alguns trechos são bastante reveladores do desmonte da Fundação.

Trechos do Dossiê:

Mais de mil demitidos
Desde o início da gestão João Sayad, a TV Cultura encolheu drasticamente. Foram mais de mil demitidos, entre celetistas e PJs. Um processo de seleção “pública” foi desenvolvido para a regularização de poucos funcionários. A maioria foi desligada com o fim de programas e dos contratos de prestação de serviços.

Sayad e a privatização
A gestão do presidente João Sayad, do vice-presidente de conteúdo Fernando Vieira de Melo e do vice-presidente administrativo Ronaldo Bianchi caminhou às escuras para dilapidar o patrimônio público. Sayad optou por transformar a TV Cultura em uma mera exibidora. Cancelou e/ou deixou de renovar contratos de prestação de serviço (TV Justiça, Assembléia de São Paulo, etc), acabou com diversos programas da grade e implantou um projeto de demissões em massa.

Em conversas com seu staff, João Sayad já comentou que a TV Cultura deveria caber apenas de um andar de um prédio comercial diante do planejamento que implantou. O que se vê é um processo de “privatização” das funções da FPA na comunicação pública. E não se pode descartar também a “estatização” e a “partidarização” destas mesmas funções públicas.

Erros de gestão na TV
Roda Viva – Na reformulação do programa de debates e entrevistas, Marília Gabriela assumiu o posto de condutora da atração. A transformação, no entanto, foi mais profunda, resultando na completa desfiguração do programa. Um ano após a mudança, a direção da emissora recuou e restabeleceu o formato original.

Jornal da Cultura – Com o excesso de demissões e o sucateamento da estrutura técnica, o jornalístico perdeu a força das reportagens, que praticamente deixaram de ser exibidas. No ar, a âncora Maria Cristina Poli, divide a bancada com um time de comentaristas que se reveza para colher os louros do traço no Ibope.

Metrópolis – Além de ter sido jogado para o final de noite, o programa também sofreu uma completa desestruturação. E esta é a segunda reformulação do programa dentro da gestão Sayad. Cadão Volpato foi contratado e demitido na mesma gestão. Hoje, o programa exibe pouquíssimas reportagens, há anos não possui capacidade técnica para links ao vivo e acabou se limitando a um talk-show de temas culturais.

Música Clássica – Perdeu espaço na grade de programação. A gravação de concertos de orquestras brasileira passou a ser feito com menor regularidade. Em vez de exibir material novo, atualmente aposta em muitas reprises e na veiculação de produções estrangeiras.

TV Justiça e TV Assembleia – Terminar com os contratos de prestação de serviços não só cortou receitas para a FPA como acelerou o processo de transformação da emissora em mera exibidora. Demissões foram feitas as centenas com o fim deste contrato. Os valores e o conteúdo dos acordos nunca foram apresentados publicamente.

Teatro Franco Zampari – A gestão Sayad pretende doar o Teatro Franco Zampari, onde são gravados vários programas da TV Cultura. O objetivo é desfazer do patrimônio sob o argumento de que a estrutura é onerosa. As negociações estão em estado avançado com a Associação Paulista de Amigos da Arte (APAA).

Carnaval 2012 – A transmissão de 9 horas do Carnaval 2012 de São Paulo é um case importante desta fase da FPA. A negociação dos direitos de transmissão com o SBT e Globo foram suspeitas. A TV Cultura disponibilizou equipamentos e equipes para a transmissão do Grupo de Acesso e do Desfile das Campeãs, mas só transmitiu o primeiro. O Desfile das Campeãs ficou de presente para o SBT, incluindo a operação e o uso de equipamentos da FPA. Os valores da negociação não foram divulgados.

Portal Cmais – Lançado com alarde pela atual gestão, o portal tem uma produção ínfima e extremamente dependente das equipes já sobrecarregadas dos programas. A carente infra-estrutura de TI o deixa fora do ar frequentemente. E a equipe reduzida de funcionários propicia erros crassos, como a transmissão por horas do streamming de vídeo do SBT no lugar da programação ao vivo da própria TV Cultura (dia 29 de fevereiro).

Acordo com a Folha de S. Paulo
O acordo com a Folha de S.Paulo expôs a “privatização” da TV e a simpatia política do governo com este veículo. Se, de acordo com Artigo 22º, Inciso 6º, do Estatuto da Fundação Padre Anchieta, o Conselho Curador “deve aprovar a celebração de convênios ou acordos com órgãos ou instituições públicas ou privadas, concernentes à programação”, a dúvida que fica é: esse acordo, redigido e formalizado, foi aprovado pelo Conselho? Por que não foi divulgado? Quais os valores envolvidos na negociação? Os conselheiros precisam publicizar essas informações.

Rádio Cultura Brasil
É a rádio de música brasileira da FPA, transmitida em AM. É de conhecimento de todos a importância cultural e educativa do trabalho realizado na emissora. Da seriedade da produção com a pesquisa à informação jornalística transmitida aos ouvintes. A equipe de produção foi achatada na atual gestão com fechamento de vagas e com demissões. Em abril de 2012, a equipe foi reduzida a cinco apresentadores, um diretor de programas, um assistente, três jornalistas e cinco estagiários. A equipe técnica também sofreu cortes e acumula as operações da rádio AM e da Rádio Cultura FM (música erudita).

Todos os funcionários trabalham mais horas do que as contratadas. Alguns programas gravados da Rádio Cultura Brasil (AM) são produzidos por funcionários da Cultura FM e vice-versa. Não existem mais programas gravados na Rádio Cultura Brasil, com exceção aos retransmitidos – o do produtor e pesquisador Solano Ribeiro (A Nova Música do Brasil) e o Reggae de Bamba (Jai Mahal). A programação musical é reprisada à exaustão e os programas ao vivo não têm mais entrevistas no estúdio com a presença do convidado. São usadas apenas entrevistas por telefone (com exceção ao programa Cultura Livre, que tem interesse da TV, mas cuja produção em vídeo também está paralisada).

A Rádio Cultura Brasil tem problemas técnicos de irradiação do sinal há pelo menos 20 anos. A única tentativa de solucionar esta questão foi na gestão de Marcos Mendonça. Contudo, a escolha de uma aparelhagem inadequada tirou o sinal das regiões nas quais a emissora era tradicionalmente ouvida e ampliou-se em duas regiões onde a rádio não chegava. Sem qualquer divulgação ou campanha, houve perda de audiência.

Nem a iniciativa do lançamento do Portal Cultura Brasil (muito pertinente em tempos de convergência digital) vingou. A proposta inicial de reunir todo o conteúdo musical da Rádio Cultura Brasil, da Cultura FM e dos programas musicais da TV Cultura não mais funciona regularmente. Hoje, o abastecimento de conteúdo do site é quase nulo.